Ano passado me formei em nada. Treze anos de cansaço e indagações, indagações que continuaram mesmo quando acabei a escola.
Vi meus amigos todos migrando para suas faculdades, em grande maioria optaram por direito ou alguma engenharia, alguns tantos por administração. E eu? O que teve certeza desde sempre do que queria para a vida, sonhos bem claros desde sempre, por que apesar de tudo isso eu não me atraia por nada? Foram treze anos de nada, e não aquele nada aberto para possibilidades, como é uma folha em branco, na verdade é um vácuo onde nenhum som se propaga, nem minha voz, nem a de ninguém.
Fui percebendo que não via sentido nas dinâmicas presentes no ensino formal, e que nesse momento não ia me sentir satisfeito ingressando numa faculdade formal. Meus questionamentos sobre a educação alcançaram as ideias do André Gravatá e do Alex Bretas, que passaram por um processo de doutorado informal e isso me inspirou em criar minha própria graduação, um estudo aprofundado e autônomo, compartilhando experiências com alguns mentores que escolhi, pessoas que aparecerem no decorrer do caminho e também as que se permitirem entender esse processo (ou seja, compartilhar com todos)
Esse blog servirá como diário de bordo para compartilhar meu processo que pretendo passar nesse último semestre de 2015.
A princípio eu tinha ideias mais fechadas, resultados em mente, mas me dei conta que estava formalizando demais esse movimento informal, então me permitirei mais num mergulho em experimentação, passível de mudanças constantes conforme for descobrindo formas de conhecer.
Manterei o Blog atualizado pelo menos duas vezes ao mês, logo trago mais detalhes de como organizarei esse estudo.
Bons olhares,
Ciano.
Vi meus amigos todos migrando para suas faculdades, em grande maioria optaram por direito ou alguma engenharia, alguns tantos por administração. E eu? O que teve certeza desde sempre do que queria para a vida, sonhos bem claros desde sempre, por que apesar de tudo isso eu não me atraia por nada? Foram treze anos de nada, e não aquele nada aberto para possibilidades, como é uma folha em branco, na verdade é um vácuo onde nenhum som se propaga, nem minha voz, nem a de ninguém.
Fui percebendo que não via sentido nas dinâmicas presentes no ensino formal, e que nesse momento não ia me sentir satisfeito ingressando numa faculdade formal. Meus questionamentos sobre a educação alcançaram as ideias do André Gravatá e do Alex Bretas, que passaram por um processo de doutorado informal e isso me inspirou em criar minha própria graduação, um estudo aprofundado e autônomo, compartilhando experiências com alguns mentores que escolhi, pessoas que aparecerem no decorrer do caminho e também as que se permitirem entender esse processo (ou seja, compartilhar com todos)
Esse blog servirá como diário de bordo para compartilhar meu processo que pretendo passar nesse último semestre de 2015.
A princípio eu tinha ideias mais fechadas, resultados em mente, mas me dei conta que estava formalizando demais esse movimento informal, então me permitirei mais num mergulho em experimentação, passível de mudanças constantes conforme for descobrindo formas de conhecer.
Manterei o Blog atualizado pelo menos duas vezes ao mês, logo trago mais detalhes de como organizarei esse estudo.
Bons olhares,
Ciano.
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